Qual livro você levaria para uma ilha deserta?

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Qual o livro que você levaria para uma ilha deserta? Essa foi a pergunta feita em um dos encontros do clube de leitura ClubeNomad & Pátio Batel. A provocação despertou lembranças e diferentes olhares sobre a literatura.

As respostas revelam obras que atravessam gerações, permanecendo como referências no universo literário. Cada título indicado não apenas marca a trajetória de quem lê, mas também cria conexões entre diferentes épocas, contextos e formas de pensar.

De clássicos fundamentais que continuam a inspirar discussões acadêmicas e culturais, a obras contemporâneas que dialogam diretamente com os dilemas atuais da sociedade, as escolhas evidenciam a vitalidade da literatura como ferramenta de compreensão do mundo.

São livros que contribuem para a formação crítica, estimulam questionamentos e reforçam a importância da leitura como prática constante. Confira!

Grande Sertão: Veredas | João Guimarães Rosa

Publicado em 1956, o romance revolucionou a literatura brasileira ao explorar, por meio da fala de Riobaldo, temas como o amor, a amizade, o destino e os conflitos existenciais. A complexidade da linguagem e a profundidade filosófica continuam a cativar gerações. Foi a escolha de Maria Cláudia Slaviero Cassou Guerios, mediadora do ClubeNomad.

A Divina Comédia | Dante Alighieri 

Clássico absoluto da literatura universal, escrito no século XIV, conduz o leitor por uma viagem alegórica que atravessa Inferno, Purgatório e Paraíso. A obra, que inspirou artes e pensamentos ao longo dos séculos, segue atual por discutir a condição humana e sua busca por sentido. Foi a indicação de Marianne Ohf Campos, empresária.

A insustentável leveza do ser |  Milan Kundera

Publicado em 1982, o romance ambientado em Praga durante a Primavera de 1968 articula questões históricas e existenciais. Por meio dos personagens Tereza, Tomas, Sabina e Franz, Kundera debate liberdade, escolhas e as contradições da vida. A recomendação foi feita por Maria Eugênia Vecchi Zarpellon, jornalista.

Comunicação Curativa: Para Transformação Pessoal e Social | Ana Adad 

A obra apresenta a comunicação como um caminho de transformação, indo além da troca de informações para se tornar instrumento de conexão e bem-estar. Reflete sobre práticas capazes de impactar tanto o cotidiano pessoal quanto os vínculos profissionais. O título foi sugerido por Ana Adad, publicitária.